<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Contas inativas do fgts &#8211; Advogado Trabalhista Goiânia &#8211; AS Advocacia</title>
	<atom:link href="https://advogadotrabalhistagoiania.com/tag/contas-inativas-do-fgts/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com</link>
	<description>O escritório AS Advocacia, atua com advogados com sólida formação e vasta experiência em questões de grande complexidade na esfera Trabalhista.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Oct 2019 13:49:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.8.2</generator>

<image>
	<url>https://advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/02/cropped-16265479_1825237194359334_225778377435881146_n-32x32.jpg</url>
	<title>Contas inativas do fgts &#8211; Advogado Trabalhista Goiânia &#8211; AS Advocacia</title>
	<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Cortador de cana obtém direito a intervalo para se recuperar de exposição ao calor</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/cortador-de-cana-obtem-direito-a-intervalo-para-se-recuperar-de-exposicao-ao-calor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cortador-de-cana-obtem-direito-a-intervalo-para-se-recuperar-de-exposicao-ao-calor</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 13:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://advogadotrabalhistagoiania.com/?p=5159</guid>

					<description><![CDATA[O corte era feito em condição adversa e temperatura elevada. 30/09/19 &#8211; A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Condomínio Agrícola Cannã, de Paraguaçu Paulista (SP), a pagar horas extras a um trabalhador rural por ter deixado de conceder intervalos para recuperação térmica. O corte de cana nas plantações era feito sob temperaturas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p><em>O corte era feito em condição adversa e temperatura elevada.</em></p>
<p>30/09/19 &#8211; A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Condomínio Agrícola Cannã, de Paraguaçu Paulista (SP), a pagar horas extras a um trabalhador rural por ter deixado de conceder intervalos para recuperação térmica. O corte de cana nas plantações era feito sob temperaturas em torno dos 30° C em alguns períodos do dia.</p>
<p><strong>Fadiga</strong></p>
<p>Na reclamação trabalhista, o trabalhador rural informou que chegava à lavoura antes das 7h e encerrava as tarefas às 17h40, sem parada para descanso. Segundo ele, o corte da cana era feito sob condição de trabalho adversa e elevadíssima temperatura, situação que o deixava em “extrema fadiga”.</p>
<p><strong>Perícia</strong></p>
<p>Na avaliação feita no local de trabalho, o perito constatou média de temperatura de 28° entre 13h e 14h e qualificou as atividades do empregado como insalubres em grau médio (adicional de 20%). Os limites de tolerância para exposição ao calor, no Brasil, são definidos no <a href="https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-15-Anexo-03.pdf">Anexo 3</a> da Norma Regulamentadora 15 do extinto Ministério do Trabalho em função da taxa de metabolismo e do tipo de regime de trabalho. Se o intervalo intrajornada é suprimido, o empregador é obrigado a remunerar o período correspondente como horas extras.</p>
<p>O juízo da 2ª Vara do Trabalho de Assis (SP) e o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região indeferiram o pedido de pagamento dos intervalos. O TRT deferiu apenas o adicional de insalubridade.</p>
<p><strong>Recuperação térmica</strong></p>
<p>No exame do recurso de revista do cortador de cana, a relatora, ministra Maria Helena Mallmann, observou que, conforme a jurisprudência do TST, a exposição do trabalhador ao calor excessivo gera o direito ao intervalo para recuperação térmica, previsto no Anexo 3 da NR 15, e sua supressão acarreta o pagamento das horas extras.</p>
<p>No caso, a ministra lembrou que, tendo sido constatado pelo perito que a atividade do empregado era insalubre em razão da exposição excessiva ao calor, é devido o pagamento do tempo suprimido e sua repercussão nas demais parcelas.</p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p>(RR/CF)</p>
<p>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=1573&amp;digitoTst=08&amp;anoTst=2012&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=15&amp;varaTst=0100&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noopener">RR-1573-08.2012.5.15.0100</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST mantém reintegração e plano de saúde de empregado até conclusão de ação trabalhista</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/tst-mantem-reintegracao-e-plano-de-saude-de-empregado-ate-conclusao-de-acao-trabalhista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tst-mantem-reintegracao-e-plano-de-saude-de-empregado-ate-conclusao-de-acao-trabalhista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 19:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=5037</guid>

					<description><![CDATA[A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a recurso ordinário em mandado de segurança impetrado pela General Motors do Brasil Ltda. contra decisão que determinou a reintegração e o restabelecimento do plano de saúde de um operador de produção que discute na Justiça do Trabalho a validade de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a recurso ordinário em mandado de segurança impetrado pela General Motors do Brasil Ltda. contra decisão que determinou a reintegração e o restabelecimento do plano de saúde de um operador de produção que discute na Justiça do Trabalho a validade de sua dispensa, ocorrida durante o tratamento de doença adquirida em razão das atividades desenvolvidas no trabalho. Para a relatora, ministra Maria Helena Mallmann, “a decisão conferiu efetividade à prestação jurisdicional que tem por finalidade proteger a saúde do trabalhador em detrimento de questões concernentes ao patrimônio da empresa”.</p>
<p>O operador ajuizou reclamação trabalhista com pedido de concessão de liminar de reintegração e de restabelecimento do plano. A tutela de urgência foi deferida pelo juízo da 2ª Vara do Trabalho de Gravataí (RS) com base em laudo pericial que confirmou que a lesão (epicondilite lateral, conhecida como “cotovelo de tenista”) decorreu das atividades desempenhadas na montadora. Contra essa decisão, a GM impetrou o mandado de segurança no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) sustentando que o empregado não era detentor de estabilidade e estava em perfeita aptidão física no momento da dispensa. Ressaltou ainda que não houve supressão do plano de saúde, pois o operador não manifestou interesse na sua manutenção.</p>
<p>O Tribunal Regional, no entanto, rejeitou a ação mandamental e manteve a tutela antecipada, destacando a possibilidade de demora da resolução do mérito da reclamação principal e o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação para o empregado.</p>
<p><strong>TST</strong></p>
<p>A montadora, por meio do recurso ordinário à SDI-2, sustentou a inexistência do chamado “perigo da demora”, pois o empregado estaria recebendo auxílio previdenciário. “A determinação se embasou tão somente no reconhecimento de nexo causal pela perícia médica, porém sequer foi aberto prazo para impugnação”, afirmou.</p>
<p>A ministra Maria Helena Mallmann, no entanto, concluiu que não houve ilegalidade ou abuso de direito na decisão e assinalou que o entendimento do TST é no sentido de que não há direito líquido e certo a ser oposto contra ato de juiz que, antecipando a tutela jurisdicional, determina a reintegração do empregado até a decisão final do processo, quando demonstrada a razoabilidade do direito discutido. “O rompimento do vínculo empregatício na constância do tratamento da doença implica dano de difícil reparação para o trabalhador, pois soma à situação, por si só delicada, um prejuízo financeiro que atinge a sua própria subsistência”, afirmou.</p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p>(AJ/CF)</p>
<p>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=282632&amp;anoInt=2017">RO-20633-06.2017.5.04.0000</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mantida validade de acordo que autorizou parcelamento de verbas rescisórias em 16 vezes</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/mantida-validade-de-acordo-que-autorizou-parcelamento-de-verbas-rescisorias-em-16-vezes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mantida-validade-de-acordo-que-autorizou-parcelamento-de-verbas-rescisorias-em-16-vezes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=5013</guid>

					<description><![CDATA[A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou válida a negociação coletiva celebrada entre a Texita Companhia Têxtil Tangará, do Rio Grande do Norte, e o sindicato profissional que autorizou o pagamento das verbas rescisórias em até 16 parcelas após a dispensa de mais de 400 empregados. Por unanimidade, a Turma desproveu recurso no qual...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou válida a negociação coletiva celebrada entre a Texita Companhia Têxtil Tangará, do Rio Grande do Norte, e o sindicato profissional que autorizou o pagamento das verbas rescisórias em até 16 parcelas após a dispensa de mais de 400 empregados. Por unanimidade, a Turma desproveu recurso no qual o Ministério Público do Trabalho defendeu a invalidade da negociação, sustentando tratar-se de direito indisponível, não transacionável por instrumento coletivo.</p>
<p>O acordo foi firmado entre a Texita e o Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria de Fiação e Tecelagem, Malharia, Meias, Estopas, Beneficiamento de Algodão e Fios, Tecelagem de Fibras Vegetais, Tinturaria, Estamparia, Acabamento e Similares do RN (Sindtextil) na ocasião do encerramento das atividades da empresa, vendida à Norfil S. A. Indústria Têxtil. O MPT defendeu, em ação civil pública proposta na Segunda Vara do Trabalho de Natal (RN), que se tratava de sucessão trabalhista entre empresas, e que o acordo seria um “artifício engenhoso na tentativa de desfigurar a sucessão e a responsabilidade pelos débitos trabalhistas”.</p>
<p>O juízo do primeiro grau não viu a alegada sucessão trabalhista, e assinalou que a Texita demonstrou que havia cerca de dois anos sua unidade imobiliária, com o respectivo maquinário, fora leiloada em processo judicial promovido pelo INSS. Com a sentença mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN), o Ministério Público recorreu ao TST alegando que o acordo coletivo teria desrespeitado direitos assegurados por norma de ordem pública, com prejuízo aos trabalhadores, obrigados a receber a rescisão em parcelas, sem multa e sem correção monetária.</p>
<p><strong>Validade</strong></p>
<p>O relator do recurso, ministro Caputo Bastos, explicou que a questão diz respeito ao cabimento da multa prevista no artigo 477 da CLT nos casos de atraso na quitação das verbas rescisórias, e que o acordo foi validado pelo Regional com base no artigo 7º da Constituição Federal, que prestigia a negociação coletiva. Caputo observou que, no entendimento do TST, o consentimento do empregado quanto ao pagamento parcelado das verbas rescisórias não é suficiente para excluir a multa. A particularidade do caso, porém – o parcelamento por meio de acordo coletivo –, para o relator, é suficiente para afastar a aplicação desse entendimento.</p>
<p>Caputo entende que o direito dos empregados ao pagamento das verbas trabalhistas na forma legal não se enquadra como direito de indisponibilidade absoluta, pois é plenamente possível de ser transacionado por meio de instrumento coletivo. No particular, explicou, não foi transacionado o direito às verbas rescisórias, mas apenas a forma como seria efetuado o seu pagamento – aspecto, a seu ver, acessório e, assim, de indisponibilidade relativa.</p>
<p>Ressaltando que na dispensa coletiva dos empregados em razão do encerramento das atividades da Texita as partes envolvidas (sindicato e empresa) fizeram concessões recíprocas de boa-fé e em igualdade de condições, a fim de auferir vantagens, o relator negou provimento ao recurso.</p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?conscsjt=&amp;numeroTst=61700&amp;digitoTst=49&amp;anoTst=2009&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=21&amp;varaTst=0002&amp;consulta=Consultar">RR-61700-49.2009.5.21.0002</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE: TST</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa é condenada por obrigar vendedor a cantar o Hino Nacional quando chegava atrasado</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/empresa-e-condenada-por-obrigar-vendedor-cantar-o-hino-nacional-quando-chegava-atrasado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=empresa-e-condenada-por-obrigar-vendedor-cantar-o-hino-nacional-quando-chegava-atrasado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 16:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=5001</guid>

					<description><![CDATA[A Café Três Corações S.A. terá de indenizar um vendedor obrigado a cantar o Hino Nacional perante os colegas quando chegava atrasado ao trabalho. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da empresa contra decisão que reconheceu o dano moral na submissão do empregado a tratamento vexatório, ao impor-lhe uma atividade alheia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Café Três Corações S.A. terá de indenizar um vendedor obrigado a cantar o Hino Nacional perante os colegas quando chegava atrasado ao trabalho. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da empresa contra decisão que reconheceu o dano moral na submissão do empregado a tratamento vexatório, ao impor-lhe uma atividade alheia àquelas para as quais foi admitido e sequer relevante para sua função.</p>
<p>O auxiliar de vendedor considerava humilhante cantar o hino em frente aos colegas, e disse que era motivo de chacota quando errava a letra. O Tribunal Regional do Trabalho, com base na prova oral, confirmou a sua versão dos fatos. Uma das testemunhas o viu cantar o hino junto com outro colega, também atrasado, e outra afirmou de que a prática, já suspensa, foi instituída por um supervisor e admirador do hino, que escolhia os mais atrasados ou com menor desempenho para “puxar” o canto.</p>
<p>Citando casos semelhantes envolvendo a mesma empresa, o TRT entendeu que não se tratava da exaltação de um símbolo nacional, mas da “utilização de um suposto respeito cívico apenas para punir os empregados”. Concluindo pela ilicitude do ato, o Regional deferiu indenização de R$ 3 mil.</p>
<p>No recurso ao TST, a Três Corações argumentou que cantar o hino nacional “não pode ser considerado como circunstância de trabalho degradante”. Mas para o relator, ministro Brito Pereira, a exposição do trabalhador a situação degradante, obrigando a praticar uma atividade alheia à que desempenhava, configurou assédio moral.</p>
<p>A decisão foi unânime no sentido de não conhecer do recurso de revista.</p>
<p>Lourdes Côrtes/CF.</p>
<p>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=684&amp;digitoTst=42&amp;anoTst=2013&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0136&amp;submit=Consultar">RR-684-42.2013.5.03.0136</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TST</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medida provisória antecipa saques das contas do PIS/Pasep</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/medida-provisoria-antecipa-saques-das-contas-pispasep/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=medida-provisoria-antecipa-saques-das-contas-pispasep</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 12:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4991</guid>

					<description><![CDATA[O Congresso Nacional vai analisar a Medida Provisória 797/17, do governo Michel Temer, que libera o saque de contas do PIS/Pasep para homens a partir de 65 anos e mulheres a partir dos 62 anos de idade. Antes da MP, os recursos só podiam ser sacados quando a pessoa completasse 70 anos, conforme uma resolução do Conselho...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>O Congresso Nacional vai analisar a Medida Provisória 797/17, do governo Michel Temer, que libera o saque de contas do <span class="termoGlossario">PIS/Pasep</span> para homens a partir de 65 anos e mulheres a partir dos 62 anos de idade. Antes da MP, os recursos só podiam ser sacados quando a pessoa completasse 70 anos, conforme uma resolução do Conselho Diretor do Fundo PIS-Pasep.</p>
<p>O pagamento será iniciado em outubro e vai até março de 2018, seguindo um calendário a ser divulgado pela Caixa Econômica Federal (quanto ao PIS) e pelo Banco do Brasil (Pasep). O crédito será feito de forma automática para quem tem conta nos dois bancos. O beneficiário poderá pedir a transferência do valor para outro banco. Em caso de morte do titular da conta do PIS/Pasep, o saldo será disponibilizado para seus dependentes.</p>
<p>A MP altera a Lei Complementar 26/75, que regulamenta o Fundo PIS-Pasep. A lei previa o saque das contas individuais nos casos de aposentadoria, transferência para a reserva remunerada ou reforma (militares), invalidez e casamento. Apenas esta última hipótese foi excluída pela medida provisória.</p>
<p>Pelos cálculos do governo, a liberação poderá injetar cerca de R$ 15,9 bilhões na economia. A medida atinge 8 milhões de pessoas, sendo que a maioria tem saldo na conta do PIS/Pasep em torno de R$ 750.</p>
<p><strong>Origem</strong></p>
<p>Os recursos do PIS/Pasep referem-se a depósitos feitos por empresas (PIS) e órgãos públicos (Pasep) em nome dos seus empregados até 1988. Neste ano, a Constituição determinou que os recursos arrecadados com o PIS/Pasep iriam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (<span class="termoGlossario">FAT</span>).</p>
<p>O patrimônio acumulado até 1988 gerou o Fundo PIS-Pasep, que está sob responsabilidade de um conselho diretor, vinculado à Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.</p>
<p>Os cotistas do fundo, que terão direito ao saque, são os trabalhadores beneficiados pelos depósitos até 1988. O patrimônio do fundo atingiu R$ 38,7 bilhões em junho de 2016.</p>
<p><strong>Revogação</strong></p>
<p>Além de antecipar o saque dos recursos no Fundo PIS-Pasep, a medida provisória revoga um dispositivo da Lei Complementar 26/75 que assegura aos cotistas, com renda até cinco salários mínimos regionais, um depósito anual equivalente ao salário mínimo regional.</p>
<p>Segundo o governo, a Constituição proibiu a distribuição dos recursos do fundo nas contas individuais dos participantes.</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>A medida provisória será analisada em uma comissão mista. Depois, seguirá para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Agência Câmara Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comissão aprova PEC que amplia licença-maternidade</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/comissao-aprova-pec-que-amplia-licenca-maternidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comissao-aprova-pec-que-amplia-licenca-maternidade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 14:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4988</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nessa semana a Proposta de Emenda à Constituição – PEC 196/16, que dá nova redação ao inciso XVIII do art. 7º da Constituição Federal, para dispor sobre a licença-maternidade. A proposta visa alterar o inciso XVIII do art. 7º da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nessa semana a Proposta de Emenda à Constituição – PEC 196/16, que dá nova redação ao inciso XVIII do art. 7º da Constituição Federal, para dispor sobre a licença-maternidade.</p>
<p>A proposta visa alterar o inciso XVIII do art. 7º da Constituição Federal para assim dispor:</p>
<p>“XVIII – licença-maternidade, concedida à gestante e à mãe adotiva, independentemente da idade do adotado, sem prejuízo do emprego e da remuneração, com duração de cento e vinte dias, acrescida, no caso de gestação ou adoção múltipla, de trinta dias por filho nascido vivo ou adotado além do primeiro;”</p>
<p>Assim, a proposta prevê que a atual licença de 120 dias tenha um acréscimo de 30 dias a partir do nascimento ou adoção do segundo filho. A medida beneficia, por exemplo, as mães de gêmeos, trigêmeos e múltiplos.</p>
<p>De acordo com a justificativa da PEC, de autoria do deputado Efraim Filho, “A presente proposta de emenda à Constituição visa contemplar tanto a mãe biológica como a mãe adotiva de múltiplos o direito de ampliar em trinta dias a licença maternidade para cada filho nascido vivo além do primeiro, o que é perfeita e humanamente justo.”</p>
<p>A PEC aguarda criação de Comissão Temporária pela MESA.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Jurisite</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saque do FGTS</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/saque-do-fgts/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saque-do-fgts</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2017 18:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4964</guid>

					<description><![CDATA[FGTS: SAQUE DE CONTAS INATIVAS Nasceu dezembro e tem direito ao benefício? RECEBA A PARTIR DE HOJE (8/7)! O prazo final para saque desses recursos é 31/7. Trabalhadores nascidos em outros meses que ainda não retiraram o benefício têm até essa data para sacar. Assim como ocorreu nas fases anteriores, mais de 2 mil agências...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>FGTS: SAQUE DE CONTAS INATIVAS</p>
<p>Nasceu dezembro e tem direito ao benefício? RECEBA A PARTIR DE HOJE (8/7)!<br />
O prazo final para saque desses recursos é 31/7. Trabalhadores nascidos em outros meses que ainda não retiraram o benefício têm até essa data para sacar.</p>
<p>Assim como ocorreu nas fases anteriores, mais de 2 mil agências da Caixa estarão abertas das 9h às 15h no sábado, exclusivamente para o pagamento das contas. Outras 69 agências terão plantão para auxiliar no autoatendimento.</p>
<p>Consulte aqui: http://bit.ly/ConsulteAgenciasCaixa<br />
Além disso, está prevista a abertura antecipada em duas horas de todas as agências no dia 10 de julho. Nas regiões em que os bancos abrem às 9h, as agências da CAIXA atenderão a partir das 8h e terão o horário prorrogado em uma hora.<br />
Saiba se você está entre os beneficiados: http://bit.ly/FGTSInativ</p>
<p>Fonte: CNJ</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Honorários advocatícios podem ser descontados de verbas impenhoráveis</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/honorarios-advocaticios-podem-ser-descontados-de-verbas-impenhoraveis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=honorarios-advocaticios-podem-ser-descontados-de-verbas-impenhoraveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2017 13:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4916</guid>

					<description><![CDATA[Devedores podem ter bens penhorados para pagar honorários advocatícios por se tratar de verba de natureza alimentar. Com esse entendimento, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou, no fim de abril, decisão que constringe 10% do valor da dívida de mais de R$ 19 mil de uma empresa para o pagamento dos honorários....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Devedores podem ter bens penhorados para pagar honorários advocatícios por se tratar de verba de natureza alimentar. Com esse entendimento, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou, no fim de abril, decisão que constringe 10% do valor da dívida de mais de R$ 19 mil de uma empresa para o pagamento dos honorários.</p>
<p>Em 2016, a Caixa Econômica Federal (CEF) entrou com ação contra a empresa pedindo o pagamento da dívida ou a penhora total de bens para garantir o ressarcimento do valor. A Justiça Federal de Novo Hamburgo negou a penhora completa, pois, de acordo com o Código de Processo Civil (CPC) quantias menores que 40 salários mínimos são impenhoráveis. Porém, a justiça permitiu que 10% do valor da dívida fosse retido até o fim do processo para pagar os honorários advocatícios.</p>
<p>A empresa recorreu ao tribunal. Alega que a impenhorabilidade dos valores já foi reconhecida e que não existe nenhuma exceção.</p>
<p>O relator do caso na 4ª turma, desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, manteve a decisão, sustentando que o CPC reconhece a exceção quando a penhora é feita para pagamento de prestações alimentícias. “Os honorários advocatícios constituem verba de natureza alimentar, sendo possível, nesse caso, a penhora dos vencimentos do devedor, para a satisfação do débito”, afirmou o magistrado.</p>
<p>O processo segue tramitando na 2ª Vara Federal de Novo Hamburgo.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TRF4</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8ª Turma do TRT3 decide: testemunhas não podem ser condenadas como litigantes de má-fé</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/8a-turma-trt3-decide-testemunhas-nao-podem-ser-condenadas-como-litigantes-de-ma-fe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=8a-turma-trt3-decide-testemunhas-nao-podem-ser-condenadas-como-litigantes-de-ma-fe</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 17:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS inativo]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4912</guid>

					<description><![CDATA[A 8ª Turma do TRT mineiro, acompanhando voto do desembargador Sércio da Silva Peçanha, reformou decisão de 1º grau que condenou duas testemunhas a pagarem multa por litigância de má-fé, absolvendo-as da condenação imposta. Na visão do juiz sentenciante, ambas as testemunhas apresentadas pelo empregado apresentaram uma versão nitidamente distorcida da realidade ao declararem fatos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A 8ª Turma do TRT mineiro, acompanhando voto do desembargador Sércio da Silva Peçanha, reformou decisão de 1º grau que condenou duas testemunhas a pagarem multa por litigância de má-fé, absolvendo-as da condenação imposta.</p>
<p>Na visão do juiz sentenciante, ambas as testemunhas apresentadas pelo empregado apresentaram uma versão nitidamente distorcida da realidade ao declararem fatos que contrariaram a versão do próprio trabalhador. E também informaram fatos que não poderiam ter presenciado. Para o juiz, essa conduta demonstrou falta de compromisso com a verdade, revelando até mesmo um deboche da Justiça, e falta de seriedade para com o serviço público de prestar depoimento como testemunha.</p>
<p>Lembrando que a testemunha tem a obrigação de dizer a verdade, sob pena de crime de falso testemunho, o juiz ressaltou que, no seu entender, embora a testemunha não seja tecnicamente um litigante, ela se sujeita à multa processual ao faltar com os deveres de expor em juízo os fatos conforme a verdade e ao deixar de proceder com lealdade e boa-fé. Acrescentando que a multa processual não se confunde e nem anula a sanção na esfera penal, o juiz aplicou às testemunhas a multa por litigância de má-fé, no valor de R$784,83 a cada uma delas (0,0025% do valor da causa), valor esse reversível à União (artigo 81 do CPC).</p>
<p>Mas posicionando-se em sentido divergente, o relator do recurso expressou seu entendimento no sentido de que a multa por litigância de má-fé apenas pode ser atribuída à parte litigante que agir em descordo com o disposto no artigo 80 do CPC/2015. Isso porque, em se tratando de norma que impõe penalidade, ela deve ser interpretada de forma estrita.</p>
<p>Ademais, para o desembargador sequer houve contradições significativas entre as afirmações do trabalhador e as declarações prestadas pelas testemunhas por ele indicadas. Levando em conta que as testemunhas são trabalhadores rurais, bem como o contexto do trabalho desempenhado e o local de residência delas, o julgador frisou que os depoimentos prestados devem ser valorados com cautela, visando à maior compreensão da rotina da fazenda.</p>
<p>Nesse contexto, não detectando falta de compromisso com a verdade por parte das testemunhas, de forma a autorizar a desconsideração do depoimento delas, tampouco contradições relevantes entre as afirmações do trabalhador e as das testemunhas, o desembargador ressaltou que os depoimentos devem ser devidamente valorados, não se cogitando de crime de falso testemunho.</p>
<p>Adotando essa linha de pensamento e inexistindo disposição legal para aplicação da multa por litigância de má-fé às testemunhas, o desembargador deu provimento ao recurso para absolver as testemunhas do pagamento da multa por litigância de má-fé, bem como para excluir a condenação de expedição de ofício para a Polícia Federal para apuração de crime de falso testemunho.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TRT3</p>
<p>Fonte: http://www.jurisite.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça confirma licença-paternidade de 180 dias a pai de gêmeas</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/justica-confirma-licenca-paternidade-de-180-dias-pai-de-gemeas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=justica-confirma-licenca-paternidade-de-180-dias-pai-de-gemeas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2017 16:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4906</guid>

					<description><![CDATA[Um servidor do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina pai de gêmeas obteve o direito a um período de licença-paternidade igual ao da esposa, de 180 dias. A 3ª Turma Recursal (TR) dos Juizados Especiais Federais (JEF) da 4ª Região (TRF4) de Santa Catarina confirmou, na última semana, sentença proferida em novembro de 2016...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Um servidor do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina pai de gêmeas obteve o direito a um período de licença-paternidade igual ao da esposa, de 180 dias. A 3ª Turma Recursal (TR) dos Juizados Especiais Federais (JEF) da 4ª Região (TRF4) de Santa Catarina confirmou, na última semana, sentença proferida em novembro de 2016 pela 1ª Vara Federal e JEF de Florianópolis.</p>
<p>O pai ajuizou o processo em maio do ano passado e obteve liminar que lhe permitiu ficar com a esposa cuidando das filhas, que nasceram em julho. Na ação, ele requereu ainda o pagamento em dobro do auxílio natalidade. Depois do julgamento favorável ao autor, a União recorreu à Turma Recursal pedindo a reforma da decisão.</p>
<p>Segundo o juiz federal João Batista Lazzari, o nascimento de gêmeos requer a presença de mais de uma pessoa para o atendimento das necessidades básicas dos recém-nascidos. “Nesse caso, não se está a debater o apoio de um terceiro na rotina de cuidados com os bebês. Trata-se de reconhecer a importância da participação do progenitor paterno na constituição da família, não apenas como provedor material, mas também sentimental”, escreveu o magistrado.</p>
<p>Lazzari observou que o nascimento de múltiplos não foi tratado pela lei. “Considerando que o desenvolvimento dos bebês é simultâneo, assim como os cuidados que demandam, e que não podem ser atendidos por uma única pessoa, no caso a mãe, sem prejuízo da proteção integral dos recém-nascidos, urge reconhecer-se a necessidade da presença do pai na rotina das tarefas básicas”, avaliou o juiz.</p>
<p>Sobre o auxílio-natalidade duplo, Lazzari afirmou que deve prevalecer o princípio da igualdade entre filhos. “Não poderia o legislador autorizar o pagamento de apenas metade do benefício no caso de nascimento múltiplo, como consta do §1º, do art. 196, da Lei nº 8.112/1990, em flagrante inconstitucionalidade”, ponderou o magistrado.</p>
<p>“Tenho que a decisão do juízo de origem está em harmonia com os preceitos constitucionais de proteção da criança, da família e da igualdade entre os filhos, tutelando o direito de cuidados para com as crianças e o desenvolvimento da relação de convivência e de afeto entre pais e filhos”, concluiu Lazzari.</p>
<p><a href="http://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=consulta_processual_resultado_pesquisa&amp;selForma=NU&amp;txtValor=50096795920164047200&amp;selOrigem=TRF&amp;chkMostrarBaixados=1">5009679-59.2016.4.04.7200/TRF</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> TRF4</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
