<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>contas inativas &#8211; Advogado Trabalhista Goiânia &#8211; AS Advocacia</title>
	<atom:link href="https://advogadotrabalhistagoiania.com/tag/contas-inativas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com</link>
	<description>O escritório AS Advocacia, atua com advogados com sólida formação e vasta experiência em questões de grande complexidade na esfera Trabalhista.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Oct 2017 16:34:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.8.2</generator>

<image>
	<url>https://advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/02/cropped-16265479_1825237194359334_225778377435881146_n-32x32.jpg</url>
	<title>contas inativas &#8211; Advogado Trabalhista Goiânia &#8211; AS Advocacia</title>
	<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Empresa é condenada por obrigar vendedor a cantar o Hino Nacional quando chegava atrasado</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/empresa-e-condenada-por-obrigar-vendedor-cantar-o-hino-nacional-quando-chegava-atrasado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=empresa-e-condenada-por-obrigar-vendedor-cantar-o-hino-nacional-quando-chegava-atrasado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 16:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=5001</guid>

					<description><![CDATA[A Café Três Corações S.A. terá de indenizar um vendedor obrigado a cantar o Hino Nacional perante os colegas quando chegava atrasado ao trabalho. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da empresa contra decisão que reconheceu o dano moral na submissão do empregado a tratamento vexatório, ao impor-lhe uma atividade alheia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Café Três Corações S.A. terá de indenizar um vendedor obrigado a cantar o Hino Nacional perante os colegas quando chegava atrasado ao trabalho. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da empresa contra decisão que reconheceu o dano moral na submissão do empregado a tratamento vexatório, ao impor-lhe uma atividade alheia àquelas para as quais foi admitido e sequer relevante para sua função.</p>
<p>O auxiliar de vendedor considerava humilhante cantar o hino em frente aos colegas, e disse que era motivo de chacota quando errava a letra. O Tribunal Regional do Trabalho, com base na prova oral, confirmou a sua versão dos fatos. Uma das testemunhas o viu cantar o hino junto com outro colega, também atrasado, e outra afirmou de que a prática, já suspensa, foi instituída por um supervisor e admirador do hino, que escolhia os mais atrasados ou com menor desempenho para “puxar” o canto.</p>
<p>Citando casos semelhantes envolvendo a mesma empresa, o TRT entendeu que não se tratava da exaltação de um símbolo nacional, mas da “utilização de um suposto respeito cívico apenas para punir os empregados”. Concluindo pela ilicitude do ato, o Regional deferiu indenização de R$ 3 mil.</p>
<p>No recurso ao TST, a Três Corações argumentou que cantar o hino nacional “não pode ser considerado como circunstância de trabalho degradante”. Mas para o relator, ministro Brito Pereira, a exposição do trabalhador a situação degradante, obrigando a praticar uma atividade alheia à que desempenhava, configurou assédio moral.</p>
<p>A decisão foi unânime no sentido de não conhecer do recurso de revista.</p>
<p>Lourdes Côrtes/CF.</p>
<p>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=684&amp;digitoTst=42&amp;anoTst=2013&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0136&amp;submit=Consultar">RR-684-42.2013.5.03.0136</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TST</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma trabalhista: saiba o que muda com a nova lei</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/reforma-trabalhista-saiba-o-que-muda-com-nova-lei/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reforma-trabalhista-saiba-o-que-muda-com-nova-lei</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 14:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4978</guid>

					<description><![CDATA[Sancionada na tarde do dia 13/07 pelo presidente Michel Temer, a reforma trabalhista passa a valer dentro de quatro meses, conforme previsto na legislação. O projeto, aprovado pelo Senado em uma conturbada sessão na noite de terça-feira (11), altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo que o acordado entre patrões...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Sancionada na tarde do dia 13/07 pelo presidente Michel Temer, a reforma trabalhista passa a valer dentro de quatro meses, conforme previsto na legislação. O projeto, aprovado pelo Senado em uma conturbada sessão na noite de terça-feira (11), altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo que o acordado entre patrões e empregados sobre o previsto em lei nas negociações trabalhistas.</p>
<p>Parte do texto, no entanto, pode sofrer alterações. Durante a tramitação, o governo negociou com os parlamentares a votação rápida das mudanças em troca da garantia da revisão de alguns pontos polêmicos por meio de Medida Provisória ou novos projetos de lei do Executivo. A minuta da MP foi enviada nesta manhã ao Congresso.</p>
<p>O documento toca em dez pontos da reforma, entre eles temas polêmicos que foram discutidos durante a tramitação, como o trabalho intermitente, a jornada de 12 horas por 36 horas e o trabalho em condições insalubres das gestantes e lactantes.<img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4979" src="http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/07/reforma_trabalhista_quadro2.png" alt="" width="580" height="2814" srcset="https://advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/07/reforma_trabalhista_quadro2.png 580w, https://advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/07/reforma_trabalhista_quadro2-62x300.png 62w, https://advogadotrabalhistagoiania.com/wp-content/uploads/2017/07/reforma_trabalhista_quadro2-211x1024.png 211w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></p>
<p>Repórteres: Ana Elisa Santana, Líria Jade e Adriana Franzin</p>
<p>Edição: Carolina Pimentel</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presidente do STF rejeita mandado de segurança contra tramitação da reforma trabalhista</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/presidente-stf-rejeita-mandado-de-seguranca-contra-tramitacao-da-reforma-trabalhista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=presidente-stf-rejeita-mandado-de-seguranca-contra-tramitacao-da-reforma-trabalhista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2017 17:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4973</guid>

					<description><![CDATA[A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou seguimento (julgou inviável) ao Mandado de Segurança (MS) 34989, impetrado por um grupo de senadores para tentar suspender a tramitação, no Congresso Nacional, da Reforma Trabalhista (Projeto de Lei da Câmara 38/2017). De acordo com a ministra, a jurisprudência do Supremo é pacífica no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou seguimento (julgou inviável) ao Mandado de Segurança (MS) 34989, impetrado por um grupo de senadores para tentar suspender a tramitação, no Congresso Nacional, da Reforma Trabalhista (Projeto de Lei da Câmara 38/2017). De acordo com a ministra, a jurisprudência do Supremo é pacífica no sentido de ser incabível a judicialização de atos de natureza <i>interna corporis</i> praticados nas Casas Parlamentares.</p>
<p>Os parlamentares questionavam decisão do presidente do Senado que negou uma questão de ordem por meio da qual se pedia a suspensão do projeto, para que fosse saneado “grave vício na tramitação da proposta legislativa, que não apresenta até o momento a devida estimativa de seu impacto orçamentário e financeiro, conforme estipula o disposto no artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias”.</p>
<p>De acordo com a ministra Cármen Lúcia, o argumento trazido nos autos evidencia a natureza <i>interna corporis </i>da questão, referente à organização e à tramitação das proposições legislativas, que teve requerimento resolvido pela autoridade competente (presidente do Senado). Como a solução da controvérsia impõe a interpretação prévia de dispositivos regimentais relativos à condução dos trabalhos internos da Casa Parlamentar, explicou a ministra, é descabida a pretensão de se substituir, pela via do mandado de segurança, o juízo formulado pela autoridade apontada como coatora. “Não compete ao Poder Judiciário, por maior que seja a extensão que se pretenda conferir às suas competências constitucionais, analisar o mérito de ato dessa natureza, nesta fase do processo legislativo”, destacou.</p>
<p>A presidente revelou ainda que a lei que eventualmente venha a surgir a partir da votação do projeto, cuja tramitação se imputa viciada, poderá ser objeto de impugnação pela via do controle abstrato de constitucionalidade (Ação Direta de Inconstitucionalidade). Esse controle, contudo, “não haverá de ser levado a efeito nesta fase da tramitação do processo legislativo, por não se ter adotado, no Brasil, o modelo de controle abstrato prévio de constitucionalidade”.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> STF</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cálculo da indenização de representante comercial não pode ser limitado por prescrição quinquenal</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/calculo-da-indenizacao-de-representante-comercial-nao-pode-ser-limitado-por-prescricao-quinquenal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=calculo-da-indenizacao-de-representante-comercial-nao-pode-ser-limitado-por-prescricao-quinquenal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 12:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS inativo]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4958</guid>

					<description><![CDATA[Em decisão unânime, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a base de cálculo de indenização por rescisão, sem justa causa, de contrato de representação comercial deve incluir os valores recebidos durante toda a vigência do acordo, não devendo ser limitada ao quinquênio anterior à rescisão contratual. A ministra relatora, Nancy...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Em decisão unânime, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a base de cálculo de indenização por rescisão, sem justa causa, de contrato de representação comercial deve incluir os valores recebidos durante toda a vigência do acordo, não devendo ser limitada ao quinquênio anterior à rescisão contratual.</p>
<p>A ministra relatora, Nancy Andrighi, observou que haveria prescrição quinquenal – prevista no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4886.htm#art44" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>artigo 44</strong></a>, parágrafo único, da Lei 4.886/65 – apenas se a recorrente deixasse transcorrer mais de cinco anos desde a data da rescisão contratual para entrar com a ação pedindo a indenização, o que não se verificou no caso.</p>
<p>“Desse modo, até o termo final do prazo prescricional, a base de cálculo da indenização de que trata o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4886.htm#art27" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>artigo 27</strong></a>, j, da lei 4.886/65 permanece a mesma, qual seja, a integralidade da retribuição auferida durante o tempo em que a recorrente exerceu a representação comercial em nome da recorrida”, destacou.</p>
<p><strong>Comissão <em>versus</em> Indenização</strong></p>
<p>De acordo com a ministra Nancy Andrighi, a jurisprudência do STJ estabeleceu que somente incide a prescrição quinquenal sobre comissões não pagas, não reclamadas ou pagas a menor, situações nas quais o prazo se inicia a partir da data em que houve o inadimplemento.</p>
<p>Porém, no caso julgado, o pedido envolveu indenização por rescisão sem justa causa e a fórmula de seu cálculo. Como a ação foi ajuizada dentro do prazo prescricional, e foi reconhecido o direito à indenização, o cálculo considerou todo o período em que houve prestação de serviço.</p>
<p>Leia o <a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1607064&amp;num_registro=201401751255&amp;data=20170530&amp;formato=PDF"><strong>acórdão</strong></a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> STJ</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inquérito Policial não é capaz de embasar justa causa</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/inquerito-policial-nao-e-capaz-de-embasar-justa-causa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inquerito-policial-nao-e-capaz-de-embasar-justa-causa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 18:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS inativo]]></category>
		<category><![CDATA[Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4923</guid>

					<description><![CDATA[inquérito policial, em que o ex-trabalhador da Comvap – Açúcar e Álcool Ltda. admitiu ter conhecimento do furto de dois pneus e não ter comunicado o fato à empresa, não é suficiente para configurar demissão por justa causa. Motivo: as informações do inquérito só são válidas quando confirmadas em processo judicial. O entendimento é da 7ª...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>inquérito policial, em que o ex-trabalhador da Comvap – Açúcar e Álcool Ltda. admitiu ter conhecimento do furto de dois pneus e não ter comunicado o fato à empresa, não é suficiente para configurar demissão por justa causa. Motivo: as informações do inquérito só são válidas quando confirmadas em processo judicial. O entendimento é da 7ª Turma do Tribunal Superior.</p>
<p>O ministro Pedro Paulo Manus, relator do caso na 7ª Turma, alegou que faltou ao inquérito “provas robustas”. O mesmo entendimento já havia sido manifestado pelo Tribunal Regional do Trabalho do Piauí.</p>
<p>Em setembro de 2005, durante expediente, o mecânico transportou quatro pneus em um carro para socorrer um veículo dentro do canavial da empresa. Chegando no local, percebeu que só precisava de um pneu. No caminho, o motorista do veículo teria jogado dois dos três pneus sobressalentes no canavial com o objetivo de pegá-los depois e vendê-los, mas eles foram furtados. Ele não comunicou nada aos empregadores.</p>
<p>A ação trabalhista informa outra versão dos fatos. De acordo com ela, o trabalhador não informou à Policia que vira o motorista jogar os pneus novos no canavial. E mais: ele só soube do fato dois meses depois, após voltar de férias, quando foi investigado sobre o fato.</p>
<p>Diante do quadro de “total descompasso”, o TRT entendeu que não se poderia, a princípio, utilizar as conclusões do inquérito como prova. Na ausência de provas que pudessem confirmar o inquérito policial, o órgão desqualificou a demissão por justa causa e reconheceu o direito do trabalhador a todas as verbas rescisórias do desligamento sem motivação. <em>Com informações da Assessoria de Comunicação do TST</em>.</p>
<p><strong><a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=224299&amp;ano_int=2008&amp;qtd_acesso=3244505">RR: 37000-81.2006.5.22.0003</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consumidor que adquire carro usado também tem expectativas e merece respeito, diz TJSC</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/consumidor-que-adquire-carro-usado-tambem-tem-expectativas-e-merece-respeito-diz-tjsc/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumidor-que-adquire-carro-usado-tambem-tem-expectativas-e-merece-respeito-diz-tjsc</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 15:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4901</guid>

					<description><![CDATA[A 6ª Câmara Civil do TJ confirmou decisão que condenou revenda de carros usados ao pagamento de indenização por danos morais e materiais a consumidor que adquiriu um automóvel no estabelecimento e, logo em seguida, passou a sofrer com intermitentes falhas mecânicas que culminaram na fundição do motor. O comércio de veículos, apesar de alegar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><h5>A 6ª Câmara Civil do TJ confirmou decisão que condenou revenda de carros usados ao pagamento de indenização por danos morais e materiais a consumidor que adquiriu um automóvel no estabelecimento e, logo em seguida, passou a sofrer com intermitentes falhas mecânicas que culminaram na fundição do motor. O comércio de veículos, apesar de alegar que a garantia legal expirou dois dias antes do motor fundir e que tais problemas são inerentes a um veículo com 12 anos de uso e alta quilometragem, terá de pagar R$ 10,9 mil ao cliente prejudicado.</h5>
<h5>“A par da frustração de suas expectativas – pois quem adquire um veículo, mesmo usado, evidentemente as tem -, as idas e vindas de oficinas, os sucessivos problemas com que deparou e a própria privação do uso do automóvel até que fosse levado a conserto extrapolam as dificuldades cotidianas”, anotou o desembargador Stanley Braga, relator da apelação. Ele ressaltou ainda fato narrado pelo consumidor de que sua esposa, na época dos acontecimentos, estava enferma e necessitava ser transportada regularmente até unidade de saúde em município vizinho, o que exigiu a ajuda de terceiros enquanto o veículo aguardava reparos. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 0001754-86.2012.8.24.0074).</h5>
<h5>Fonte: http://www.jurisite.com.br</h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atestado de comparecimento a posto de saúde não é válido como atestado médico, diz TRT18</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/atestado-de-comparecimento-posto-de-saude-nao-e-valido-como-atestado-medico-diz-trt18/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=atestado-de-comparecimento-posto-de-saude-nao-e-valido-como-atestado-medico-diz-trt18</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 15:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4891</guid>

					<description><![CDATA[A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) se negou a aceitar atestado de comparecimento a posto de saúde como atestado médico em processo de vigilante contra a empresa Proguarda Vigilância e Segurança Ltda. A Turma entendeu que o fato de o trabalhador comparecer ao posto de saúde para atendimento em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><h5>A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) se negou a aceitar atestado de comparecimento a posto de saúde como atestado médico em processo de vigilante contra a empresa Proguarda Vigilância e Segurança Ltda. A Turma entendeu que o fato de o trabalhador comparecer ao posto de saúde para atendimento em um período do dia, sem que isso implique concessão de atestado médico de impossibilidade de exercer as atividades laborais, não justifica a falta do dia integral de serviço, pois nessa circunstância o empregado pode cumprir ao menos parte de sua jornada.<br />
Na inicial, o vigilante alegou que passou a ser perseguido em razão de problemas de saúde e que a empresa se recusava a aceitar seus atestados médicos, além de ter alterado ilicitamente o turno de trabalho diurno para noturno, o que o levou a postular rescisão indireta do contrato de trabalho.<br />
Para o relator do processo, desembargador Platon Teixeira Filho, a sentença de primeiro grau que não reconheceu a rescisão indireta deve ser mantida. Segundo ele, uma análise dos atestados anexados à inicial, dos cartões de ponto e dos contracheques denota que todos os atestados que o vigilante indicou foram efetivamente acatados pela empresa. “…Valendo ressaltar que os atestados de mero comparecimento ao posto de saúde não constituem impedimento para o trabalho, mormente porque os apresentados pelo reclamante revelam que ele compareceu algumas vezes a postos no turno vespertino em período que cumpria jornada noturna”, explicou o desembargador. Para o magistrado, o atestado de comparecimento ao posto de saúde não constitui motivo para faltar a jornada integral, “já que ele poderia trabalhar ao menos em parte de seu turno”.<br />
O desembargador também observou que os cartões de ponto tem alguns registros de falta e outros em que o trabalhador anotou de próprio punho a palavra “atestado”, sendo que não juntou atestado correspondente a alguns desses dias, “o que denota que o autor faltou ao trabalho sem estar de efetiva licença médica”. Quanto aos atestados médicos apresentados pelo trabalhador, verificou-se pelos autos que foram todos abonados pela empresa. Assim, não ficou comprovada a alegação de que a empresa não aceitava atestados médicos apresentados pelo trabalhador. Com relação à mudança de turno, o desembargador observou que a troca de turno era condição contratual.</h5>
<h5>Dessa forma, a Segunda Turma decidiu em manter a sentença de primeiro grau, negando provimento aos recursos do trabalhador para rescisão indireta do contrato de trabalho, restituição de descontos salariais e indenização por danos morais. Para o desembargador-relator, Platon Filho, não ficou provada perseguição ao obreiro, já que as faltas por atestados médicos foram abonadas e os descontos salariais ocorreram por efetivas faltas sem justificativa legal.</h5>
<h5>Processo: RO-0011337-44.2013.5.18.0053</h5>
<h5>Fonte: http://www.trt18.jus.br/</h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indeferida estabilidade a gestante que faltou ao trabalho por mais de 30 dias</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/indeferida-estabilidade-gestante-que-faltou-ao-trabalho-por-mais-de-30-dias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=indeferida-estabilidade-gestante-que-faltou-ao-trabalho-por-mais-de-30-dias</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 13:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[AR advogados]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade da Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS inativo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4887</guid>

					<description><![CDATA[A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso de uma auxiliar de cozinha gestante contra decisão que indeferiu indenização substitutiva à estabilidade depois que se ausentou sem justificativa do emprego por mais de 30 dias. Ela não respondeu às mensagens da EQ Comércio de Alimentos e se recusou a retornar ao...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso de uma auxiliar de cozinha gestante contra decisão que indeferiu indenização substitutiva à estabilidade depois que se ausentou sem justificativa do emprego por mais de 30 dias. Ela não respondeu às mensagens da EQ Comércio de Alimentos e se recusou a retornar ao trabalho, indicando para a Turma que ela optou deliberada e conscientemente por não exercer seu direito à estabilidade.</p>
<p>A trabalhadora, demitida por justa causa, alegou que estava no sexto mês de gravidez, e teria direito à estabilidade provisória garantida à gestante no artigo 10, inciso II, alínea “b”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Por isso, pediu a nulidade do contrato de experiência e a indenização referente à garantia de emprego.</p>
<p>Ao contestar, a EQ disse que o contrato foi extinto por abandono do emprego, ou seja, a auxiliar desapareceu sem dar satisfação nem respondeu às mensagens via SMS, motivando a justa causa. Opôs-se ainda à estabilidade, pelo não cumprimento do contrato de experiência.</p>
<p>Em depoimento ao juízo da 2ª Vara do Trabalho de Colombo (PR), a auxiliar disse que parou de trabalhar devido ao inchaço da gravidez, pois o bebê estava sentado. Ela afirmou que relatou a situação à empresa e foi liberada para voltar quando estivesse melhor, mas não retornou. Outros empregados confirmaram sua ausência. A sentença concluiu que houve abandono de emprego (artigo 483, alínea “d”, da CLT) e considerou válida a rescisão por justa causa, indeferindo os pedidos decorrentes da estabilidade gestacional. O Tribunal Regional do Trabalho ad 9ª Região (PR) manteve a sentença.</p>
<p>A relatora do recurso da auxiliar ao TST, ministra Maria Cristina Peduzzi, com base nos fatos descritos pelo Regional, afastou violação ao dispositivo do ADCT e ao item III da Súmula 244 do TST, que garante a estabilidade mesmo nos contratos por prazo determinado. “Na hipótese, a trabalhadora ausentou-se injustificadamente do trabalho, por mais de 30 dias, sem intenção manifestada de retorno, optando por não exercer o seu direito à estabilidade”, afirmou. Para chegar a conclusão diversa, seria necessário o reexame de fatos e provas, vedado pela Súmula 126.</p>
<p>(Lourdes Côrtes/CF)</p>
<p>Processo: RR-472-87.2015.5.09.0684</p>
<p>Fonte: http://www.jurisite.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ decide que reajuste de plano de saúde por faixa etária é válido desde que previsto em contrato e em percentual razoável</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/stj-decide-que-reajuste-de-plano-de-saude-por-faixa-etaria-e-valido-desde-que-previsto-em-contrato-e-em-percentual-razoavel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=stj-decide-que-reajuste-de-plano-de-saude-por-faixa-etaria-e-valido-desde-que-previsto-em-contrato-e-em-percentual-razoavel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 14:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[notícias atualizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amaral & Renato Ribeiro Advogados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4865</guid>

					<description><![CDATA[A Segunda Turma do STJ julgou recurso sob o rito dos repetitivos (Tema 952), e decidiu que são legítimos os reajustes de mensalidade dos planos de saúde conforme a idade do usuário, desde que haja previsão contratual e que os percentuais sejam razoáveis. De acordo com o ministro Villas Bôas Cueva, relator do caso, “Para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><h4>A Segunda Turma do STJ julgou recurso sob o rito dos repetitivos (Tema 952), e decidiu que são legítimos os reajustes de mensalidade dos planos de saúde conforme a idade do usuário, desde que haja previsão contratual e que os percentuais sejam razoáveis.</h4>
<h4>De acordo com o ministro Villas Bôas Cueva, relator do caso, “Para a manutenção da higidez da saúde suplementar, deve-se sempre buscar um ponto de equilíbrio, sem onerar, por um lado, injustificadamente, os jovens e, por outro, os idosos, de forma a adequar, com equidade, a relação havida entre os riscos assistenciais e as mensalidades cobradas”.</h4>
<h4>A seguir a tese aprovada:</h4>
<h4>“O reajuste de mensalidade de plano de saúde individual ou familiar fundado na mudança de faixa etária do beneficiário é válido desde que (i) haja previsão contratual, (ii) sejam observadas as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores e (iii) não sejam aplicados percentuais desarrazoados ou aleatórios que, concretamente e sem base atuarial idônea, onerem excessivamente o consumidor ou discriminem o idoso.”</h4>
<h4>Processo relacionado: REsp 1568244.</h4>
<h4>Com informações STJ.</h4>
<h4>Fonte: http://www.jurisite.com.br</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Demora em denunciar os atrasos de salários e FGTS não impede ação de rescisão indireta</title>
		<link>https://advogadotrabalhistagoiania.com/demora-em-denunciar-os-atrasos-de-salarios-e-fgts-nao-impede-acao-de-rescisao-indireta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=demora-em-denunciar-os-atrasos-de-salarios-e-fgts-nao-impede-acao-de-rescisao-indireta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RodrigoAmaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 11:39:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista goiania]]></category>
		<category><![CDATA[Aparecida de Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[contas inativas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas inativas do fgts]]></category>
		<category><![CDATA[Goiânia]]></category>
		<category><![CDATA[inativo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.advogadotrabalhistagoiania.com/?p=4860</guid>

					<description><![CDATA[A Quinta Turma reconheceu a rescisão indireta do contrato de uma agente de controle de vetores da Saneamento Ambiental Urbano (SAU), em razão de atrasos no pagamento de salários e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os ministros afastaram o entendimento de que houve perdão tácito da empregada sobre as irregularidades...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><h4>A Quinta Turma reconheceu a rescisão indireta do contrato de uma agente de controle de vetores da Saneamento Ambiental Urbano (SAU), em razão de atrasos no pagamento de salários e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os ministros afastaram o entendimento de que houve perdão tácito da empregada sobre as irregularidades cometidas pela empresa.</p>
<p>Saiba mais: <a href="http://bit.ly/2lJ2w04" target="_blank" rel="nofollow noopener nofollow">http://bit.ly/2lJ2w04</a></p>
<p>Fonte: TST</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
